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IRON MAIDEN | DEZ SOLOS INCRÍVEIS DE ADRIAN SMITH
20/11/2015
Música
Desde que entrou no Iron Maiden lá em 1981, Adrian Smith se afirmou como um dos guitarristas mais talentosos do heavy metal, unindo habilidade, técnica e feeling como poucos conseguiram. Mais do que seus riffs e arranjos, criados ao lado de Dave Murray e Janick Gers, são os solos que o colocam em outro patamar, carregados de emoção e melodia.

Para os grandes fãs e também para quem está só começando a ouvir a banda, listamos 10 solos de Smith que confirmam tudo o que falamos sobre o cara. Fique ligado e ouça os sons abaixo!

Powerslave - 3:33 a 3:55

Depois de uma seção calma em “Powerslave”, Adrian traz a energia de volta à música com um solo incrível, considerado por muitos o melhor do guitarrista. O cara capricha no finger tapping, aliando a melodia à virtuose.

The Number of the Beast - 3:15 a 3:33

Tudo nessa música é incrível, e o solo de Adrian não poderia ser diferente. O guitarrista encerra com chave de ouro a seção dos solos da música, para depois Bruce voltar com um último verso. É daquelas melodias que ficam na nossa cabeça por dias!

Stranger in a Strange Land - 3:18 a 4:26

Mais de um minuto de emoção e muita habilidade saindo da guitarra de Adrian, que começa em uma parte mais calma da música e explode com o ritmo lento e pesado dos versos.

Wasted Years - 2:31 a 3:45

Adrian domina toda a parte central da música. O solo começa com o riff base de “Wasted Years” logo depois do segundo refrão e chega ao fim com uma frase de guitarra incrível já no começo do terceiro chorus, combinando demais com os vocais de Bruce Dickinson.

The Evil That Men Do - 3:16 a 3:40

A faixa do “Seventh Son of a Seventh Son” (1988) ganha um solo épico de Adrian, que encerra uma seção carregada de riffs e abre as portas para o último refrão em um feeling absurdo, com uso exemplar do pedal de delay.

Paschendale - 5:14 a 5:33

Mais uma vez, Adrian encerra a seção de solos da música com uma melodia magistral. Carregado com emoção e habilidade, o solo é perfeito para ditar a atmosfera e trazer o ouvinte de volta aos versos da música.

Dance of Death - 4:31 a 5:01

Numa faixa em que os três guitarristas mandam muito bem nos solos, Adrian fica com a responsabilidade de abrir a seção e faz a transição perfeita dos versos para o verdadeiro show de Dave e Janick. Tudo vem carregado com muita emoção nas melodias e muita técnica nas partes mais rápidas, duas marcas de Adrian Smith.

The Wicker Man - 2:14 a 3:10

Depois de ficar 12 anos longe da banda, Adrian mandou o recado já na primeira faixa de “Brave New World” (2000), álbum em que retornou, ao lado de Bruce. Quase um minuto da mistura mágica de feeling e técnica do guitarrista, em um solo que se encaixou muito bem no clima da música e matou a saudade dos fãs.

2 Minutes to Midnight - 3:03 a 4:04

Adrian também domina mais de um minuto de um dos maiores hits do Iron Maiden, “2 MInutes to Midnight”. É um dos solos mais épicos e emocionantes do cara, encerrando com uma melodia linda que encaixa no crescendo dos outros instrumentos.

The Trooper - 2:10 a 2:33


Curto e no ponto, o solo de Adrian é o primeiro da faixa e mostra toda a habilidade do guitarrista em frases rápidas e bem executadas. Com o tempo, o solo começou a ser interpretado por Adrian e Janick ao vivo, com os dois músicos tocando a mesma parte juntos.

Em 2015, o Iron Maiden lançou seu 16º álbum de estúdio, “The Book of Souls”, já está disponível nas lojas e em todos os apps de música. Ouça aqui.