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MAR ABERTO | UM BATE-PAPO COM O DUO INDIE POP
Sempre soubemos o mais importante sobre Gabriela Luz e Thiago Mart: juntos eles são o MAR ABERTO e, depois de compartilhar vídeos no YouTube, o duo caiu nas graças de milhares de fãs que se encantaram pela combinação perfeita das características dos dois. Mas sempre existe aquela curiosidade de saber como tudo acontece por trás de músicas tão lindas, né? Então batemos um papo com ambos e descobrimos algumas informações valiosas sobre eles.

Confira a seguir o som delicado de "Se Fosse Tão Fácil" enquanto você acompanha na íntegra tudo que eles nos contaram durante a conversa!

Gabi é carioca e Thiago é paulistano, onde vocês se encontraram pela primeira vez e como aconteceu a primeira troca musical entre os dois?

Ambos estudávamos canto com o mesmo professor há mais de 10 anos e nunca havíamos nos encontrado. Quando a Gabi começou a pensar em gravar um disco solo, esse professor (Wilson Gava) me pediu uma música pro projeto. Fiz, eles gostaram e fomos apresentados pra compor juntos. A afinidade foi instantânea e lembro que a primeira música que cantarolamos nesse encontro foi “Realize” da Colbie Caillat. Isso foi a cerca de 4 anos atrás e, desde então, não paramos mais de compor em parceria.

Vocês são bem diferentes entre si. O que cada um agrega de diferente no MAR ABERTO? Quais são as características únicas de cada um dos dois que fazem deste encontro tão maravilhoso?


O Thi é bastante focado, trabalhador e tem um jeito único de cantar e tocar. Ele se comunica muito bem também. Outra coisa é que vira e mexe ele me chama e vem com alguma ideia nova de composição no violão, alguma frase e já sai gravando no celular. A Gabi tem um timbre lindo e um bom gosto enorme na hora de cantar as melodias que a gente cria. É uma pessoa que resolve fácil qualquer problema, é também muito observadora e o que ela projeta mentalmente, acontece.

O que vocês curtem ouvir? As influências musicais de vocês são parecidas?

Hoje em dia a gente escuta muita música juntos, principalmente no carro, indo a compromissos e também ensaiando novas versões. E cada um traz novidades pro outro conhecer. Atualmente, estamos ouvindo muito o álbum novo do Braza, O Terno e também artistas internacionais como Charlie Puth, Alessia Cara, Birdtalker. E toda semana isso muda, por isso é difícil precisar o que tem de fato nos influenciado nesse momento.

O número de inscritos no canal do YouTube cresceu rapidamente, como vocês lidaram com o esse fandom gigante que surgiu tão rápido na plataforma de vídeos?
 
Nós lidamos com esse crescimento com muita alegria, atendendendo a demanda, respondendo o máximo possível em cada post e a cada mensagem recebida. E uma das características que tem nos aproximado do público é exatamente essa quebra da imagem de que um artista tem que ser poser, inacessível. Pra isso, a gente adotou uma forma de comunicação individual e personalizada, jamais nos utilizando de frases padronizadas nas respostas.

Como é interagir com eles e receber o feedback deles diretamente assim?

É muito bom. Dessa maneira, a gente consegue sentir como as pessoas reagiram a determinada música, ou o tipo de post que mais gostaram e definir cada vez melhor os próximos passos que daremos nas redes. Tem também a questão dos elogios e críticas. Lemos tudo, filtramos, respondemos e seguimos em frente.
 
Desde o começo do ano vocês andaram fazendo alguns shows, como tem sido a energia e a troca com os fãs ao vivo?

Tem sido incrível. Cada vez mais pessoas indo aos shows, cantando as músicas com paixão e ansiando por um contato mais próximo com a gente em cada Meet & Greet. Sempre voltamos pra casa com energia renovada e a certeza de que o caminho é exatamente esse.


O nome MAR ABERTO foi escolhido por remeter a uma sensação de imensidão e conexão com tudo que há de mais profundo. Quais conexões vocês sentem que já fizeram depois que começaram a trabalhar em músicas como duo?

Cantar em duo demanda que você aumente sua capacidade de empatia, porque é preciso estar conectado com o outro o tempo todo. E o prêmio disso é uma sinergia que nenhum de nós havia experimentado antes. E quando estamos em contato com o público, isso se eleva à décima potência.

Qual é o maior objetivo de vocês dois como musicistas no MAR ABERTO?

Nosso maior objetivo é nos conectarmos com o máximo de pessoas possível através das nossas músicas. E, com isso, estruturar uma carreira duradoura, realizando shows por todos os lugares, gerando empregos e oportunidades. Poder, de verdade, modificar nosso entorno pra melhor.

Se pudessem escolher, que tipos de playlist seriam perfeitos para colocar uma música do MAR ABERTO?

Descobrimos que as músicas do nosso EP Acústico estão em mais de 32.000 playlists no Spotify e demais plataformas. Algumas delas são “Desplugado”, “Por-do-sol com café”, “Casalzinho”, “Gostinho Brasileiro” e a gente acha que essas combinam muito com a gente.

Qual foi o momento mais marcante da carreira até agora?

O MAR ABERTO tem 7 meses de existência e a intensidade e velocidade com as quais as coisas aconteceram sem dúvida nos marcam muito. Mas um momento emblemático pra gente, foi quando ultrapassamos 1 milhão de views em “Se Fosse Tão Fácil” no YouTube.


Depois de conhecer melhor esses dois queridões e toda sinceridade que faz o MAR ABERTO acontecer, vem ser invadido pelo tsunami de amor do duo na playlist Hits Acústicos, já disponível no Spotify!